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terça-feira, dezembro 10, 2024

Polywork

 A GERAÇÃO Z NO CONTROLE: O Crescente Fenômeno do Polywork


O polywork, prática de ter múltiplos empregos simultaneamente, está se tornando cada vez mais comum no Brasil. Impulsionado por mudanças no mercado de trabalho, como o aumento do trabalho híbrido e a busca por maior segurança financeira, esse modelo atrai a Geração Z e se alastra por profissionais de diversas faixas etárias e níveis de escolaridade.


Principais motivos para o crescimento do polywork:

Segurança financeira: A busca por estabilidade financeira é a principal motivação para muitos brasileiros adotarem essa prática.

Complementação de renda: Além da segurança, a necessidade de aumentar a renda mensal também impulsiona o polywork.

Realização pessoal: Explorar diferentes áreas e desenvolver novas habilidades são outros fatores que motivam os profissionais.

Oportunidades de networking: A expansão da rede de contatos é um benefício adicional para quem trabalha em múltiplos empregos.

Autonomia e flexibilidade: A possibilidade de controlar a própria rotina e conciliar trabalho com vida pessoal atrai muitos profissionais, especialmente os mais jovens.


Impactos do polywork:

Positivos: 

  • Aumento da renda e segurança financeira.
  • Desenvolvimento de novas habilidades e maior empregabilidade.
  • Maior satisfação profissional e realização pessoal.
  • Expansão da rede de contatos.
  • Maior flexibilidade e autonomia.
  • Diversidade de habilidades e perspectivas nas empresas.
  • Maior inovação e adaptabilidade.

Negativos: 

  • Risco de burnout e esgotamento físico e mental.
  • Dificuldade em conciliar diferentes demandas e prazos.
  • Falta de reconhecimento por parte de algumas empresas.


Desafios e oportunidades:

Para os profissionais: É fundamental saber gerenciar o tempo, definir prioridades e cuidar da saúde mental.

Para as empresas: É preciso adaptar-se a essa nova realidade e valorizar as habilidades e experiências que os profissionais polyworkers trazem.


Em resumo, o polywork é uma tendência que veio para ficar. Ao oferecer flexibilidade, oportunidades de crescimento e maior segurança financeira, ele está transformando o mercado de trabalho e a forma como as pessoas encaram suas carreiras. No entanto, é importante que os profissionais e as empresas estejam preparados para lidar com os desafios e aproveitar ao máximo as oportunidades que essa nova realidade oferece.

GenZ no Trabalho

 CARTÃO VERMELHO PARA A GERAÇÃO Z?

Demissão de jovens deve acender um sinal amarelo para as escolas.


A Geração Z, nascida entre o final dos anos 90 e início dos anos 2010, está prestes a se tornar a força dominante no mercado de trabalho. Com expectativas e prioridades distintas das gerações anteriores, esses jovens estão redefinindo as relações profissionais.



O que a Geração Z busca em um emprego?

Flexibilidade e bem-estar são palavras-chave para essa geração. Estudos revelam que a maioria dos jovens busca empregos com horários flexíveis e a possibilidade de trabalhar remotamente. Além disso, benefícios como programas de aposentadoria e acesso a academias são altamente valorizados.

A Geração Z no Brasil: Engajamento e Desafios

No Brasil, a Geração Z também está deixando sua marca no mercado de trabalho. Pesquisas indicam que uma parcela significativa desses jovens não cumpre integralmente sua jornada de trabalho, buscando um equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Essa postura reflete uma nova visão sobre o trabalho e a busca por mais autonomia.

A Desconfiança dos Empregadores

Diante desse cenário, os empregadores estão cada vez mais cautelosos ao contratar jovens recém-formados. A falta de experiência prática e, em alguns casos, de habilidades interpessoais, tem gerado desconfiança e levado a um aumento nas demissões. De janeiro até agora, 6 em cada 10 empregadores já demitiram pelo menos um jovem funcionário que se formou na faculdade há menos de um ano. 

O Desafio das Soft Skills

A principal queixa dos gestores em relação à Geração Z é a falta de soft skills, como comunicação, trabalho em equipe e adaptabilidade. Embora muitos jovens possuam um bom conhecimento teórico, eles enfrentam dificuldades em aplicar esses conhecimentos na prática e em se relacionar com colegas de trabalho. E é nesse ponto que as escolas deveriam repensar o seu papel.

O Futuro do Trabalho

A Geração Z representa um novo desafio e uma grande oportunidade para as empresas e para as escolas. Para atrair e reter esses talentos, é preciso repensar as práticas de gestão e educação, oferecendo também um ambiente de trabalho e aprendizagem mais flexível, colaborativo e desafiador. 

Ao mesmo tempo, os jovens precisam investir em seu desenvolvimento pessoal e profissional, buscando aprimorar suas habilidades interpessoais e se adaptar às exigências do mercado de trabalho. Aí a escola assume um papel fundamental.

Em resumo, a Geração Z está transformando o mundo do trabalho. Com suas expectativas e prioridades únicas, esses jovens estão redefinindo as relações profissionais e exigindo das empresas e escolas uma maior adaptação. Para as elas, o desafio é entender as necessidades dessa nova geração e oferecer um ambiente que as atraia e as motive. 

Para os jovens, o desafio é desenvolver as habilidades necessárias para se destacar no mercado de trabalho e construir uma carreira de sucesso.


segunda-feira, julho 16, 2018

Ambiente 4.0

Da obsolescência aos novos paradigmas 
Por Marcelo Freitas

Dois terços dos universitários formados lutam para conseguir um emprego. 
O que está acontecendo com a preparação desses jovens?

Durante muito tempo, o diploma universitário era tido como o sinal mais forte de prontidão para o trabalho. Gastava-se, como de resto ainda se faz hoje, muito tempo escolhendo uma carreira e uma escola onde se poderia melhor aprender os conhecimentos necessários para se dar bem na profissão escolhida. Por um determinado lapso de tempo é possível que essa estratégia tenha dado certo, porém, hoje em dia, o que se vê, de maneira geral, é um crescente contingente de jovens que, mesmo de posse do tão sonhado diploma, permanece à margem do mercado de trabalho.

Avaliando de perto a situação, poderíamos nos atrever a listar várias razões para tal. Da parte dos empregadores, por exemplo, o alto nível de exigência imposto pela concorrência cada vez mais acirrada, tem feito com que a graduação tenha se tornado obsoleta, antes mesmo do estudante terminar o seu curso. As mudanças na arena competitiva, assim como os avanços trazidos por tecnologias disruptivas contribuem para mudar o cenário rapidamente.

Reclamam também as empresas de que falta a esses jovens formandos as habilidades sociais necessárias para a ocupação dos postos de trabalho em aberto, como a capacidade para lidar com a resolução de problemas, a ausência de um pensamento crítico, a dificuldade de comunicação e trabalho em equipe.

Importante observar ainda que, embora o nível de obsolescência dos conteúdos seja extremamente elevado, muitas das dificuldades encontradas pelos jovens na sua vida adulta dizem respeito a comportamentos e atitudes, a habilidades que não estão diretamente ligadas aos referidos conteúdos, mas sim, à construção do capital social. “Saber Conviver” já era um dos pilares da educação enunciados por Jacques Delors nos quatro pilares da educação para o século 21. E tal tem se mostrado uma realidade.

Como resultado, os jovens adultos de hoje já não têm um plano de carreira tão claro e simples como as gerações anteriores. Muitos acabam à deriva durante sua terceira década de vida, fruto da crescente dificuldade em conseguir espaço no mercado de trabalho, como demonstram as estatísticas de emprego.

Querendo, ou não, toda essa problemática recai sobre a escola e seu papel na formação dos alunos. Do ponto de vista econômico e familiar, como podem os alunos, e seus pais, se sentirem seguros de que haverá retorno sobre um dos maiores investimentos que estão prestes a fazer, o da educação de seus filhos?

Sou levado a pensar que tal situação tem como raiz duas grandes premissas: o foco no conteúdo e a expectativa de que todos os alunos tenham um rendimento comum nos diversos campos do conhecimento.

Em relação ao primeiro, enfatizar o repasse de conteúdos numa sociedade onde a informação está na palma da mão é, no mínimo, obtuso. Nesse ambiente de acesso fácil a qualquer tipo de conteúdo, são as habilidades e atitudes em relação às informações que determinam o aproveitamento do aprendizado. Somado a isso, a integração traz consigo o conceito de aprendizagem colaborativa e cocriação, pressupondo, portanto, ênfase nas habilidades sociais, de comunicação e relacionamento.

O segundo equívoco no processo educacional, consiste em utilizar um modelo que aposta na premissa de que todos os alunos tenham o mesmo nível de aproveitamento nos diversos campos do conhecimento. Tal situação faz com que se crie um exército de alunos medianos e se deixe de explorar as suas reais capacidades e habilidades em campos específicos, onde suas aptidões lhes dariam vantagens competitivas em termos de capital humano. As pessoas não são iguais e é assim que a escola deveria lidar com elas. Cada um no seu quadrado, como diz o dito popular. Plataformas adaptativas estão ajudando e melhorar o desempenho médio dos alunos, porém, ainda se fixam na mesma premissa.


Embora a tecnologia já esteja apta a proporcionar ferramentas de aprendizagem personalizada, os sistemas educacionais, com suas avaliações em massa e o grande funil dos vestibulares e seus conteúdos intermináveis, acaba por reforçar junto às escolas as premissas anteriores, forçando-as a desenvolver alunos medianos. Se trabalhassem para fortalecer as aptidões inatas, as chances de desenvolvimento de profissionais de patamar elevado seriam significativamente maiores.

Em um sistema mais flexível, os alunos perceberiam que o bacharelado não é a única porta de entrada para atividades especialistas que o mercado demanda. Uma gama crescente de postos de trabalho esta disponível para além dos diplomas e tende a crescer. É o caso dos certificados de trabalho e das certificações que organismos profissionais, ou a própria indústria, podem emitir. Algumas dessas certificações, aliás, são a porta de entrada para uma proporção significativa dos empregos que não serão facilmente automatizados por robôs.

Uma melhor divisão nas competências que deveriam ser adquiridas ao longo dos diversos níveis de ensino, também poderia somar muito no retorno do investimento em educação. Nas etapas básicas, por exemplo, a ênfase poderia ser dada na aquisição de habilidades e atitudes, posto que é o momento ideal de construção da pessoa, do elemento humano. Trata-se de desenvolver habilidades como o trabalho em equipe, a convivência com as diferenças e os conflitos.


Metodologias de solução de problemas, de design thinking e de construção de projetos, assim como competências como o raciocínio lógico, a capacidade de análise e síntese, liderança e as diversas formas de expressão deveriam ocupar o espaço hoje tomado por conteúdos que, diga-se de passagem, os alunos jamais usarão na sua vida prática.

Nos níveis superiores, os conteúdos mais técnicos e pertinentes às atividades profissionais e à carreira deveriam, aí sim, ocupar mais espaço nas matrizes curriculares. Uma vez que os alunos de ensino superior já escolheram suas carreiras com base em suas aptidões, seu desenvolvimento nos cursos deveria ser estimulado pela descoberta de novas experiências, aprofundamento em pesquisas, estudos no exterior e estágios diversos. Tais ações não só os fortalecerá em termos de habilidades interpessoais demandadas pelo mercado de trabalho, como de resto lhes proporcionará um aprofundamento em teoria e prática dos conhecimentos adquiridos.

Em síntese, as mudanças estão acontecendo em todos os segmentos da sociedade e de maneira acelerada como jamais visto. É chegado o momento de também deixar que aconteçam na Educação. Para tanto, é preciso repensar o seu modus operandi, seu modelo de negócios e, principalmente, reconhecer que os resultados alcançados pelo sistema atual não vêm respondendo à altura quando confrontados às expectativas dos diversos públicos a que serve. Está posto, portanto, um dos maiores desafios desse momento, qual seja o de realizar um verdadeiro mergulho em profundidade na estrutura do sistema educacional, nas suas práticas e seu modelo de sustentabilidade.

quarta-feira, maio 04, 2011

Mercado

Tendências que podem mudar o mercado. 

Lendo uma matéria da Pequenas Empresas e Grandes Negócios, encontrei algumas tendências interessantes que gostaria de socializar. São situações e ideias que vão surgindo em meio a um mar de mudanças. Acompanhe no texto transcrito da matéria. O conteúdo completo pode ser acessado no link, ao final.

"Um bar no qual o preço das bebidas alcoólicas sobe e desce de acordo com o número de pedidos;
uma rede social onde os usuários se unem para ganhar até 50% de desconto em compras;
uma loja que dá todos os produtos de graça;
uma franquia de padarias que se instala em locais pouco usuais, como shoppings e hospitais;
um site em que clientes dão notas para os seus advogados;
uma rede de lojas de surfe que premia os clientes com banhos de água doce.

Surpreendentes empreendimentos como esses vêm surgindo com força. Acompanham as transformações cada vez mais rápidas do comportamento do consumidor e as mudanças alucinantes da tecnologia.

Para ajudá-lo a criar ou tornar um negócio antenado - e lucrativo -, identificamos dez tendências de mercado:

1) o luxo deu espaço ao exclusivo: o cliente quer se sentir especial;

2) fazer o bem é muito valorizado;

3) hoje há muitos recursos para pesquisar - e economizar;

4) as pessoas querem estar juntas e compartilhar tudo;

5) interatividade é o grande barato do momento;

6) o consumidor está impaciente e imediatista;

7) não dá mais para disfarçar: o produto ou serviço tem que ser realmente útil;

8) as empresas precisam ser transparentes, abrir o jogo;

9) bem-estar, equilíbrio: todo mundo quer ser feliz;

10) em um mundo conectado, onde ficam as referências? Natural haver uma volta às raízes. A melhor maneira de traduzir essas dez tendências (e 15 subtendências) é mostrar como 70 empreendedores no Brasil e no mundo estão conseguindo ganhar dinheiro com isso. Inspire-se".

O conteúdo completo pode ser acessado pelo link: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI138591-17192,00-OS%20NEGOCIOS%20DO%20AMANHA.html

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Carreira e pós-carreira

Vai pendurar as chuteiras?

Momento importante na carreira de qualquer profissional é aquele em que chega a hora de pendurar as chuteiras. Seja um executivo, um profissional liberal ou um empresário, chega um momento em que não dá mais pra manter o mesmo pique e é necessário partir pra outra.

Já pensou nisso? Para algumas dicas, ouça o podcast no link, abaixo. Como tudo na vida, vale a pena planejar.

http://revistaepocanegocios.globo.com/Mp3Podcasts/47_pod/PTDC_avidanoposcarreira_jan11.mp3

quarta-feira, outubro 25, 2006

Valores Corporativos

Valores, na prática

Por Lisa Fabish e Nancy McGaw*
De acordo com uma pesquisa do Aspen Institute e Booz Allen Hamilton, nove em cada dez empresas escrevem declarações dos valores corporativos. Mas, a pesquisa também mostra que formular uma declaração e colocá-la em prática são tarefas diferentes. Para encurtar a brecha entre o que é dito e os fatos, oferecemos a seguir algumas sugestões:

Primeira: convidar para conversar
Convide os funcionários de todos os níveis e diferentes funções para falar sobre o que significa para eles a declaração de valores corporativos. Eles acham que falta alguma coisa? Alguns valores estão implícitos em outros? Consideram que foi intencional ou um simples descuido excluir alguns valores?
A reflexão coletiva sobre os valores realmente importantes contribui de maneira significativa a transformar esses valores em uma parte integral da prática do management.

Segunda: insistir para que os presidentes executivos façam o que dizem
Quais os fatores possibilitam que as pessoas tomem decisões coerentes com os valores corporativos? Um dos mais importantes é que as escolhas dos presidentes executivos sejam o reflexo dos compromissos declarados para os clientes e funcionários, mesmo quando implicam custos no curto prazo. Mais que isso: que dêem poder para os seus funcionários ter as mesmas atitudes. A liderança é crucial; por isso, as juntas diretivas têm que avaliar de que forma os atos dos presidentes executivos estão em sintonia com as suas palavras.

Terceira: aprender com empresas que não pertencem ao seu setor
Em matéria de percepção do “valor” dos valores, as diferenças entre setores oferecem boas lições. Pergunte para colegas que estão fora de seu setor como gerenciam o desafio da gestão de valores.

Quarta: nomear os obstáculos
O que impede que os funcionários atuem em consonância com os valores? Os custos econômicos de curto prazo, uma desvantagem competitiva potencial e um clima econômico frágil são as razões que mencionam 30% dos entrevistados. Incentivar os funcionários a mencionar os obstáculos internos abre a discussão sobre sua possível gestão.

Quinta: contar histórias
Estimule os funcionários a compartilhar histórias sobre como usaram um valor corporativo para superar os desafios e ganhar vantagens competitivas.

Sexta: reescrever os critérios para a avaliação do desempenho
Durante as avaliações de desempenho, compare os comportamentos e os resultados com os valores declarados. Alguns valores se impõem sobre outros? O escasso compromisso com o trabalho em equipe é ignorado quando se trata de vendedores “estrelas” que superam os objetivos trimestrais? Ajuste os critérios nas avaliações de desempenho até que mostrem corretamente os valores importantes no longo prazo.

Sétima: capacitar para a tomada de decisões baseadas nos valores
Espera-se que os executivos tomem decisões que possam exigir certa negociação entre os benefícios sociais e os custos financeiros, porém, com freqüência carecem de capacitação para fazer escolhas bem informadas. Apenas 50% cento dos entrevistados afirmam que suas empresas oferecem esse tipo de treinamento. São muito poucos os cursos que ajudam os gerentes a entender os efeitos sociais, ambientais e econômicos de suas decisões. Os programas de capacitação que abrem oportunidades de diálogo com os grupos de ação local e com as organizações não governamentais são úteis para que os gerentes aprendam a estimar os custos e os benefícios.

Oitava: medir o retorno nos valores
Existem várias maneiras de avaliar o retorno nos valores e detectar as oportunidades para melhorar. Uma é a avaliação 360 graus sobre o desempenho dos valores corporativos, ou seja, a forma como os valores são colocados em prática no cotidiano: pergunte aos seus clientes e aos membros da comunidade como vêem o comportamento da empresa e depois discuta o aprendido com os funcionários.

Nona: sair para o mundo para melhorar o negócio
Aprenda com a comunidade. As empresas que se baseiam unicamente nos programas de trabalho voluntário dos funcionários como meio para aprender algo a respeito da comunidade, com freqüência passam por alto as oportunidades de entender seus mercados e de evitar os erros estratégicos e operacionais.

Décima: seja honesto com você mesmo
Os gerentes têm de avaliar se os valores da empresa são o reflexo dos valores apreciados por eles. Imagine o quanto você estaria mais envolvido com seu trabalho se levasse em conta seus próprios princípios e os da empresa cada vez que toma uma decisão.

Revista HSM Management / © 2006 Harvard Business School Publishing, distribuido por New York Times Syndicate

Fabish, Lisa
Consultora da Booz Hamilton
McGaw, Nancy
Diretora do Programa Negócios e Sociedade do Aspen Institute